Eu, criança

Eu sou criança. Não pense que me refiro apenas à minha vivacidade, à minha ânsia de aproveitar cada segundinho da vida. Não. Eu falo também dos meus deslizes, das coisas que eu não deveria ter feito ou, ao menos, deveria ter feito um pouco diferente.

Eu erro e erro muito. Erro sem pudores, sem vergonha, sem querer. Erro em minhas tentativas de me mostrar madura e também na imaturidade de não querer deixar a criança dentro de mim morrer.

Pudera, não tenho qualquer pretensão de ser perfeita. Que entediante seria a vida se tudo estivesse alinhado, tudo certo nos mínimos detalhes. O que aprenderíamos durante jornada se chegássemos prontos até ela?

Não me reprima, não me condene, não tente me ensinar o que você não sabe. Eu estou engatinhando e é sozinha que eu pretendo aprender. Aliás, carrego meus valores desde pequena, li a cartilha direitinho, sei bem como me cuidar. Não me ofereça proteção para depois me julgar. Seria uma rude contradição e você não seria tão tolo.

Não engano, não minto, não faço vítima alguma. As conseqüências dos meus atos quem sofre sou eu. Eu me martirizo, me entristeço, me revolto, para depois me absolver de todas as culpas e chegar à minha redenção; para enfim perceber que eu sou humana. Apenas mais uma menina que terá que conviver com o bônus e o ônus de ser um pouco criança para sempre. 

Eu sou criança. Não pense que me refiro apenas à minha vivacidade, à minha ânsia de aproveitar cada segundinho da vida. Não. Eu falo também dos meus deslizes, das coisas que eu não deveria ter feito ou, ao menos, deveria ter feito um pouco diferente.

Eu erro e erro muito. Erro sem pudores, sem vergonha, sem querer. Erro em minhas tentativas de me mostrar madura e também na imaturidade de não querer deixar a criança dentro de mim morrer. Pudera, não tenho qualquer pretensão de ser perfeita. Que entediante seria a vida se tudo estivesse alinhado, tudo certo nos mínimos detalhes. O que aprenderíamos durante jornada se chegássemos prontos até ela? Não me reprima, não me condene, não tente me ensinar o que você não sabe. Eu estou engatinhando e é sozinha que eu pretendo aprender. Aliás, carrego meus valores desde pequena, li a cartilha direitinho, sei bem como me cuidar. Não me ofereça proteção para depois me julgar. Seria uma rude contradição e você não seria tão tolo. Não engano, não minto, não faço vítima alguma. As conseqüências dos meus atos quem sofre sou eu. Eu me martirizo, me entristeço, me revolto, para depois me absolver de todas as culpas e chegar à minha redenção; para enfim perceber que eu sou humana. Apenas mais uma menina que terá que conviver com o bônus e o ônus de ser um pouco criança para sempre.

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