Minhas escolhas

Cada um tem a vida que escolhe ter. Lógico que há exceções. Mas para quem, como eu, tem saúde e também mesa farta e cama quentinha para relaxar depois de um dia de trabalho ou estudo, não há como fugir da regra. E é justamente o fato de que eu sou a única responsável pelas minhas escolhas que me tira o sono.

Não adianta argumentar que ninguém opta por estar aborrecido ou mal humorado, muito menos triste ou sozinho. Afinal, nós escolhemos tudo, desde com quem vamos nos relacionar, a o que vamos comer, jogar, vestir ou estudar.

Elegemos nossas companhias para o sábado a noite, para a semana, para o mês, para a vida toda. Tudo bem, também há pessoas que nos escolhem, mas apenas nós temos o poder de permitir que elas passem a fazer parte das nossas vidas. Se elas nos fazem bem ou mal de quem é a responsabilidade?

O mesmo vale para a vida profissional. Escolhemos o que estudar, em que trabalhar, quanto tempo vamos nos dedicar a uma tarefa qualquer. Se nos esforçamos de mais ou de menos, quem vai se beneficiar ou arcar com as conseqüências?

Se eu não soubesse que sou a única responsável pelos rumos que segue a minha vida talvez eu não estivesse aqui escrevendo este texto. Talvez eu já tivesse conseguido dormir.

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